Dúvidas

Dúvidas frequentes

Quais são os passos para o mapeamento de riscos psicossociais?

O mapeamento de riscos psicossociais é um diagnóstico estratégico da saúde mental organizacional.

Nosso processo envolve levantamento da realidade da empresa, endomarketing sobre o mapeamento, aplicação de instrumentos validados e análise técnica dos dados. A partir disso, entregamos a classificação clara dos riscos e um plano de ação objetivo e aplicável.

Tudo isso alinhado às diretrizes da NR-01, garantindo que sua empresa não apenas identifique riscos, mas saiba exatamente como agir para reduzi-los.

Como incluir os riscos psicossociais no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?

A inclusão dos riscos psicossociais no PGR é uma exigência normativa e também uma oportunidade de fortalecer a gestão da sua empresa.

Estruturamos essa inclusão de forma prática: identificamos os fatores de risco, classificamos tecnicamente e entregamos um laudo para inclusão no PGR com medidas de controle claras e viáveis.

O resultado é um PGR mais completo, atualizado e alinhado à realidade da organização, reduzindo exposição a passivos trabalhistas e fortalecendo a cultura de prevenção.

Como os riscos psicossociais se relacionam com o PCMSO?

Os riscos psicossociais impactam diretamente a saúde dos colaboradores e precisam estar conectados ao PCMSO.

A partir do mapeamento, sua empresa passa a ter dados concretos para orientar ações de saúde ocupacional, como monitoramento de sintomas de estresse, ansiedade, esgotamento e distúrbios do sono.

Essa integração entre PGR e PCMSO não só atende às exigências legais, como também permite uma atuação mais estratégica, preventiva e eficaz na saúde do trabalhador.

Por que avaliar riscos psicossociais é essencial para prevenir acidentes?

Colaboradores sob estresse, fadiga ou privação de sono têm maior chance de erro e isso impacta diretamente a segurança.

Ao mapear riscos psicossociais, sua empresa atua na causa dos acidentes, não apenas nas consequências.

Empresas que investem nessa avaliação reduzem falhas humanas, melhoram o desempenho das equipes e fortalecem a segurança de forma consistente.

Mais do que cumprir norma, é uma decisão estratégica: cuidar da saúde mental é proteger pessoas, processos e resultados.

Qual a diferença de terapia e psicoterapia?

terapia é utilizada por diferentes profissões: psiquiatras, psicólogos, médicos, enfermeiros, assistentes sociais entre outros. O método é utilizado como suporte para o fortalecimento ou a estruturação de defesas para evitar o surgimento de sintomas. A psicoterapia é exercida pelo profissional que graduou-se em conhecimentos sobre psiquismo humano: o psicólogo. Utiliza da expressão verbal dos conflitos do paciente com objetivos além das (simples) adaptações. Existem vários tipos de psicoterapias que se diferenciam dependendo do tipo de entendimento das origens, manutenção, evolução e tratamento dos sinais e sintomas. No entanto, por ser mais conhecido popularmente, o nome terapia é mais usual do que psicoterapia.

As psicoterapias são estratégias de intervenções utilizados por psicólogos clínicos (Resolução CFP N.º 010/00) para tratar das dificuldades humanas de natureza emocional e relacional considerando os aspectos fisiológicos.

Nomeamos por terapias aqui, no site, as terapias psicológicas.

 

O que é análise?

A análise é um termo criado por Sigmund Freud (1856-1939), para nomear um tratamento particular de psicoterapia proveniente do processo catártico (procedimento terapêutico pelo qual um sujeito consegue eliminar seus afetos patogênicos e ab-reagi-los, revivendo os acontecimentos traumáticos a que eles estão ligados) e pautado na exploração do inconsciente. Utiliza da associação livre, por parte do paciente, e interpretação, por parte do psicanalista/ analista.

Qual a diferença da análise e a psicoterapia?

Na verdade, a análise é um dos tipos de psicoterapia, considerando as suas particularidades e as diferenças teóricas da clínica psicanalítica. Ou seja, análise é uma psicoterapia de orientação psicanalítica que estabelece uma autonomia epistemológica e clínica em relação à medicina e à própria psicologia.

Análise é mais devagar, demora mais tempo?

Independente do método escolhido a duração do tratamento dependerá, exclusivamente, da produção colaborativa do paciente, podendo durar meses ou anos.

Qual o método mais adequado de psicoterapia?

Os profissionais da saúde tendem a sugerir os tratamentos que lhe são familiares e que estão mais de acordo com seus sistemas de crenças (CORDIOLI, 1998). O indicado é considerar os limites e alcances dos métodos psicoterápicos existentes e, talvez, o mais importante: escolher quem está capacitado a realizá-lo.

Qual a diferença de paciente e cliente?

A nomenclatura ‘daquele a ser tratado’, ou seja, da pessoa que procura pelo tratamento psicológico, dependerá da escola de influencia do profissional que o atenderá. O termo utilizado para nomeá-lo (paciente ou cliente), então, do ponto de vista da pessoa a ser atendida não importará tanto como para o profissional que conduzirá o tratamento.

Posso me submeter a (me tratar com) duas de abordagens ao mesmo tempo?

Existem diferentes pacientes cujos problemas demandam diferentes formas de tratamento, não existindo, portanto, uma abordagem que trate abrangentemente a psique humana. Um mesmo profissional é capaz de intervir em várias situações, independente da abordagem de sua escolha. É necessária uma avaliação cuidadosa dos seus problemas, de suas condições pessoais e de vida, prezando pelo bom senso e vinculo terapêutico (a famosa empatia). Ou seja, não se preocupe com as abordagens de tratamento, deixe isso a cargo do profissional.

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